Estou em Nova York, participando da Convenção Anual da NRF – National Retail Federation. Tenho visto muita coisa interessante, que procuro relatar em tempo real via Twitter.
E tenho me dado conta de certas coisas para as quais não tinha atentado. Por exemplo: conheci o fundador da UNIQLO, loja japonesa super avançada, de moda jovem básica e muito colorida, que é um sucesso enorme, tanto no Japão, como aqui em Nova York.
Eu imaginava encontrar um japonês meio doidão, cabelo vermelho ou verde, vestido com roupas coloridíssimas, como as que a gente vê nas lojas da marca. Nada disso: o cara parece (e fala como) um banqueiro, advogado ou auditor. Businessman até a medula. Ou seja: não tem a cara da loja. Nem a loja tem a cara dele.
Refletindo sobre o assunto, concluí que está certo: uma loja não precisa, necessariamente, ter a cara do dono. Precisa, isso sim, ter a cara do cliente. A cara do público-alvo.
Por Marcelo Cherto- Franchise Store- Growbiz
