Por Renato Santhinon
Com a debandada das domésticas no lar da classe C e B, esse consumidores modernos deverão migrar para eletrodomésticos mais modernos e eficientes. Quem passa o dia todo no trabalho pode ter hoje em casa uma lavadora de roupas que lava e seca rapidinho e ainda protege de fungos e bactérias, além de geladeiras que possuem visor com lista de compras e aspiradores de pó cada vez mais ergométricos, potentes e silenciosas. Enfim, o que esperar dessa nova maneira de consumir? Acho que todos ganham, pois teremos um volume maior de produtos Premium e isso pode fazer com que o preço caia, ao menos em teoria.
Por Mario Castelar
Frequentemente os meios de comunicação dão conta de algum problema que está sendo enfrentado por uma corporação. Recall de produtos, ações de pessoas comuns nas redes sociais, críticas da imprensa em editoriais, crônicas, artigos e reportagens. Alguns casos – como é natural – repercutem mais do que outros, talvez por causa do efeito social ou da ameaça contida nos acontecidos. Desastres naturais, contaminação em alimentos (particularmente quando envolvem crianças), ocorrências com características pandêmicas. E quanto maior a corporação. Quanto mais abrangente for a notoriedade da sua marca ou das suas marcas de produto, maior tende a ser a repercussão dos fatos.
É cada vez mais comum encontrarmos as marcas próprias ocupando um grande espaço nas gôndolas, muitas vezes um espaço muito superior do que o oferecido às marcas líderes, por exemplo. “Em um estudo que fizemos, foi possível perceber que na gôndola de uma loja Carrefour, por exemplo, 83,3% do espaço oferecido para a categoria de batata palha é ocupado pela marca própria da rede e ainda nas prateleiras de melhor visibilidade.”, explica Renato Santhinon, publicitário especialista em Trade Marketing e Merchandising. O destaque que as marcas próprias vêm recebendo gradualmente, ganhou reforço após uma pesquisa do IBGE mostrar que anualmente, o consumidor pode economizar mais de R$ 4.200,00 ao optar por esses produtos.
Por Marcelo Ortega
Quem nunca foi às compras e se deparou com um vendedor insistente ou, até mesmo, desagradável? Talvez, alguns profissionais não saibam, mas uma frase mal colocada pode afetar diretamente a negociação. Sejam nas vendas corporativas ou no varejo, práticas como a “Empurroterapia”, perguntas como “Não vai levar nada para sua namorada, sua avó, sua tia?” ou apelos do tipo “Dá uma força, por favor, preciso bater minha meta” podem fazer com que o consumidor se afaste sem comprar nada não apenas naquele dia, mas por um longo período.
Por Carlos Alberto Schmitt de Azevedo
A Secretaria de Assuntos Estratégicos – SAE da Presidência da República anunciou no mês de dezembro de 2012, que em março irá propor uma série de medidas para elevar a entrada de mão de obra estrangeira no Brasil. Entre as propostas está o fim da exigência de contrato de trabalho para conceder visto aos profissionais altamente qualificados. Por exemplo: um estrangeiro com doutorado em Harvard poderia emigrar para o Brasil sem nenhum contrato de trabalho e prospectar empregos, sem dificuldades. Outra proposta da SAE é permitir que estudantes de faculdades conceituadas do exterior façam estágio de férias nas empresas brasileiras.
Por Anita de Souza Dias Gutierrez
Recentemente,uma nova lei de rotulagem foi imposta aos produtores de hortaliças e frutas. Para que a regra seja respeitada, serão necessárias algumas mudanças nas embalagens dos produtos. O rótulo a ser aplicado pode ser substituído porum carimbo, desde que legível e que contenha todos os dados necessários para a identificação precisa da origem e das características do produto.
Por Jonathan Dagues
Embora seja senso comum a importância dos promotores no PDV, seja pela perspectiva da indústria, do varejo, de agência, ou mesmo dos consumidores, está em tramitação no estado de Minas Gerais, uma ação teste, que precisa ser debatida. O Superior Tribunal do Trabalho de Minas Gerais acredita que a função do promotor é atividade fim do varejo e, por isso, esses profissionais não poderiam ter vínculos com indústrias e agências. Com isso, os promotores passariam a ser empregados diretos do varejo e não mais das indústrias.
Muito se fala da criatividade e do empreendedorismo característicos do brasileiro. Pois é justamente da conjunção dessas duas particularidades que costumam surgir alguns negócios de sucesso. As ideias e a criatividade têm uma coisa que chamamos na área de auditoria de “valor intangível”. Pessoas ou empresas criativas possuem esse valor diferenciado, que pode se transformar em notáveis recursos. Sabemos que existem vários caminhos que levam ao empreendedorismo. Para todos, o conhecimento, a informação e a iniciativa são as matérias básicas para, de fato, empreender.
Por Roberto Nascimento e Simone Romanato
A nova mulher brasileira evoluiu tanto que deixou o homem para trás. Homens serão “domésticos”? As mulheres possuem características comportamentais que hoje se tornaram determinantes no mundo empresarial e na família, tais como, a flexibilidade, a percepção das necessidades dos outros, o espírito corporativo, a criatividade e a capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
Mais uma vez nos deparamos com uma denúncia esdrúxula envolvendo uma peça publicitária (veja a notícia). A polêmica endossada pela Secretaria Especial de Política de Promoção da Igualdade Racial, um órgão do governo federal, só mostra mais uma vez que o preconceito está, muitas vezes, em pessoas de mentes muito férteis, que o encontram nos lugares mais improváveis. Fico me perguntando, diante de mais essa denúncia, qual interesse a Bombril teria em criar uma peça que desse a conotação que a tal secretaria encontrou?