O segmento registrou vendas de R$ 62,99 bilhões em 2011, o que representa um crescimento de 11,9% em relação aos R$$ 56,3 bilhões faturados em 2012. Com o resultado, a participação do setor no PIB saltou de 1,53% em 2010 para 1,66% em 2011. O fluxo de clientes subiu 2,3% e atingiu o número de 43 milhões de brasileiros que frequentam diariamente as padarias. O que contribuiu com esse panorama, segundo a ABIP (Associação Brasileira das Indústria de Panificação) foi a evolução do setor, que passou a oferecer refeições self service, delivery, sopas, produtos de adega, hortifruti, entre outros, se apresentando com uma opção praticamente completa de alimentação.
Bares, restaurantes, casas noturnas e outros estabelecimentos comerciais que vendam bebidas alcóolicas serão obrigados a ter um bafômetro para uso opcional dos clientes. A medida está prevista no projeto de lei 2908/11, do deputado Luciano Castro (PR-RR), em análise na Câmara. Pela proposta, cada teste registrará o nome e a razão social do estabelecimento em que for realizada a aferição, a data e a hora e os dados do cliente e do operador ou responsável pelo aparelho. (Agência Câmara)
Terceira maior no mercado de refeições coletivas no segmento de restaurantes empresariais, atrás apenas da francesa Sodexo e da inglesa GRSA, a Sapore acaba de atingir a marca de R$ 1 bilhão de faturamento, em 2011. O resultado equivale a um incremento de 20% ante o ano anterior, índice também esperado para 2012. Dona de 1,1 mil restaurantes instalados dentro de empresas em 18 estados do Brasil e fornecedora de refeições diárias para 850 mil funcionários de empresas clientes, a Sapore. (DCI)
Aprovada em dezembro de 2010, a Portaria nº 197 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) alterou a Norma Regulamentadora nº 12 (NR12), que estabelece regras técnicas para máquinas e equipamentos utilizados em diversos setores produtivos. Para panificação e confeitaria, a portaria estipulou prazo de seis meses para a adequação de máquinas novas e de 18 a 66 meses para a troca de equipamentos antigos, variando de acordo com o tipo de máquina e o número de trabalhadores de cada empresa.
Com um hábito cada vez mais forte de alimentação fora do lar, a expectativa do setor é que, em 2014, os estabelecimentos de food service respondam por 38% dos gastos com alimentos. Neste cenário, somadas Copa do Mundo e Olimpíadas, aumentam as vendas de equipamentos para cozinhas industriais. Grandes fabricantes, como Prática, Cozil e Elvi, estimam crescimento entre 16% e 30% para 2012. Cálculo prévio da ECD Consultoria em Food Service, aponta que o setor faturou R$ 215 bilhões em 2011, alta de 17,8% sobre o ano anterior, com 60 milhões de transações diárias. A expectativa para 2014 é chegar a 70 milhões de transações ao dia, com receita de R$ 270 bilhões. (DCI)
Há quase nove anos sem inaugurar um restaurante em São Paulo, a churrascaria Fogo de Chão retomou o apetite por expansão na capital paulista. A rede vai investir R$ 9 milhões para abrir uma filial entre julho e agosto na Zona Norte. Nos próximos cinco anos, a cidade deve receber mais dois pontos. Ao contrário de 2009, quando a crise mundial fez a Fogo de Chão suspender planos de abertura de novos restaurantes, desta vez a rede não foi afetada.
Resultados divulgados pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes revelam que para 61% dos empresários entrevistados em Santa Catarina o fluxo de turistas foi maior ou igual – entre 18 de dezembro de 2011 e 2 de janeiro de 2012 – em comparação ao mesmo período do ano passado e 72% esperam um crescimento ainda maior até o final do verão. Os empresários acreditam que no período festivo o movimento não foi maior devido às chuvas. Na Grande Florianópolis o número de restaurantes que esperam uma melhora é de 70%.
A pizzaria localizada em Ribeirão Preto, no interior paulista, aderiu ao cardápio digital criado em 2010 pela Esys Colibri, o Pad +. A plataforma transforma o tablet em Menu multimídia, sendo alternativa aos tradicionais cardápios em papel. A solução permite ainda o fechamento pedido. Segundo Ana Paula Devide, proprietária do estabelecimento, o sistema torna o atendimento ainda mais rápido, pois envia automaticamente os pedidos para ao bar ou cozinha, eliminando a emissão das vias em papel.
Com o objetivo de reduzir o consumo de sal no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária lançou um guia com orientações para as padarias e empresas de alimentação fabricarem o tradicional pão francês com menor teor de sal. Segundo o Guia de Boas Práticas, uma das dicas é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro de 2011, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014. Batatas fritas, bolos prontos, salgadinhos de milho e biscoitos recheados também estão na lista do acordo. (Padaria Moderna)
Ao contrário do esperado, o faturamento do setor de panificação no grande ABC apontou um recuo médio de 10% no mês de dezembro em comparação com os demais meses do ano, afirma o presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Grande ABC, Antônio Carlos Henrique. "Esperávamos alavancar os negócios em 4%, além da inflação. Tradicionalmente, é o período do ano em que o consumidor está com dinheiro no bolso e encomenda doces e pães especiais para as datas festivas", destaca. Para ele, o início deste ano a previsão não é animadora. "Acredito que as padarias terão um primeiro semestre de menor movimento. O pessoal deixou de comprar os produtos mais elaborados, como os de confeitaria. E o volume de refeições servidas também está estagnada", completa.