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Imagem: ABLOS conecta lojas de shoppings a consumidores em novo marketplace

A Associação Brasileira dos Lojistas de Satélites de Shopping (ABLOS) estreia o DINDON, seu marketplace próprio desenvolvido em parceria com a tecnologia da Likin.do. A novidade surge para apoiar os lojistas, conectando o estoque de lojas físicas de shopping center diretamente aos consumidores locais, com entregas em até duas horas. De acordo com a ABLOS, o DINDON foi desenhado como um clube de marcas. O modelo permite que cada loja mantenha sua identidade visual, transformando a plataforma em uma vitrine digital onde cada ponto de venda físico atua como um hub logístico de distribuição.

27/08/26

Imagem: Villamar Shopping tem 50% da ABL comercializada em Praia Grande (SP)

Mais de 50% da Área Bruta Locável (ABL) do Villamar Shopping já foi comercializada durante a construção do empreendimento em Praia Grande (SP). Com conclusão prevista para o segundo semestre de 2027, o projeto do Grupo Mendes terá 42 mil m² de ABL, cerca de 345 lojas, oito âncoras, dois restaurantes, aproximadamente 2 mil vagas de estacionamento, seis salas de cinema e praça de alimentação com 30 operações. Entre as marcas já confirmadas estão Renner, Riachuelo, C&A, Lojas Mel, Dona Nice, KFC, McDonald's, Natura, Lupo, Havaianas e Cineflix.

27/08/26

Imagem: Magalu Cloud lança programa de aceleração para startups

A Magalu Cloud, serviço de nuvem pública do grupo Magazine Luiza, desenvolveu um programa de aceleração para startups, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Founders Club. Denominada "Magalu.Up", a iniciativa selecionará 100 negócios na primeira edição, que receberão mentorias, consultoria estratégica e especializada em nuvem, além da oportunidade de apresentar um pitch e fechar contrato com uma das empresas do grupo ou receber investimento.

27/08/26

Imagem: C&A anuncia plano de expansão com 80 novas lojas até 2030

Ao completar 50 anos de atuação no Brasil, a C&A lança um plano estratégico que prevê abrir de 60 a 80 lojas e reformar entre 100 e 120 unidades até 2030. Batizado de Full Power, o programa vai orientar o próximo ciclo de crescimento da varejista, entre 2027 e 2030, com investimentos anuais equivalentes a 7% a 8% da receita líquida, acima da média histórica. A expansão também inclui a construção de um centro de distribuição em Pernambuco, a ampliação do centro em Santa Catarina e a criação de hubs urbanos no Rio Grande do Sul e em Goiás. Atualmente, a companhia conta com mais de 341 lojas em 172 cidades.

27/08/26

Imagem: Shoppings faturam R$ 4,51 bilhões no Dia dos Pais, acima da projeção

Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), os shoppings brasileiros faturaram R$ 4,51 bilhões durante o período do Dia dos Pais, entre 31 de julho e 9 de agosto, com alta de 2,8% nas vendas em relação ao mesmo intervalo de 2025. O resultado superou a projeção do setor, de R$ 4,45 bilhões e crescimento de 1,3%. Além do faturamento, o fluxo de visitantes cresceu 8,3% na comparação anual, acima da expectativa de 1,1% da Abrasce. O tíquete médio foi de R$ 212,64, 92% superior ao do comércio de rua, de R$ 111,03.

26/08/26

Imagem: Centauro atinge receita de R$ 157 milhões com social commerce

A Centauro, marca do grupo SBF, vem consolidando sua operação de social commerce como uma das principais alavancas de influência e conversão dentro da companhia. A jornada, iniciada em 2021 com uma receita de pouco mais de R$ 970 mil, evoluiu para um canal que soma R$ 157,3 milhões em receita acumulada até o primeiro trimestre de 2026. Hoje, a frente já representa entre 5% e 6% de toda a receita digital da marca. Apenas no primeiro trimestre de 2026, o social commerce atingiu mais de R$ 16 milhões em faturamento.

26/08/26

Imagem: Casas Bahia pede devolução de R$ 422 milhões do Banco do Brasil

O Grupo Casas Bahia solicitou à Justiça de São Paulo que o Banco do Brasil devolva R$ 422 milhões debitados das contas da companhia. Segundo a varejista, o banco atuou como fiador em garantias contratadas junto à Apple e à Mapfre Seguros, honrou os pagamentos após o pedido de recuperação judicial e, na sequência, debitou os valores para se reembolsar. A empresa questiona a retenção e afirma que o crédito estaria sujeito às regras da recuperação judicial. A Casas Bahia entrou com o pedido em 16 de agosto, com dívida de R$ 17,3 bilhões.

26/08/26

Imagem: Casas Bahia soma R$ 11 bilhões em dívidas fora da recuperação judicial

Além dos R$ 17,3 bilhões em dívidas que constam no pedido de recuperação judicial protocolado na última semana, a Casas Bahia tem ainda outros R$ 11 bilhões em débitos não incluídos na reestruturação. Os valores extras são devidos principalmente a bancos, fundos de investimentos e fornecedores de eletrodomésticos que, em alguns casos, aparecem duplamente na lista de credores da varejista, ou seja, com valores a receber dentro e fora da recuperação.

25/08/26

Imagem: Paladino Capital assume 13,2% do Grupo Toky em meio à recuperação judicial

A empresa de investimentos Paladino Capital adquiriu 13,21% das ações do Grupo Toky, dono das redes Tok&Stok e Mobly, que atravessa um processo de recuperação judicial com dívidas superiores a R$ 1 bilhão. A reestruturação da base acionária também contou com a entrada da Soller Participações, com 17,58% dos papéis, e a saída dos fundos administrados pela SPX Private Equity e pela DSK Capital. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 232,7 milhões, acelerando a necessidade de ajustes operacionais.

24/08/26

Imagem: Petz Cobasi espera faturar R$ 8 bilhões esse ano

O ​grupo Petz Cobasi ​deve faturar R$ 8 bilhões neste ano, segundo o presidente do conselho de administração Sergio Zimerman. No primeiro semestre, a ⁠receita ​bruta total das redes ​de varejo de produtos para animais ⁠de estimação somou R$ 4,1 ​bilhões, ‌alta de 8,7% em relação ⁠ao mesmo período de 2025. Zimerman, fundador da Petz, que detém ‌hoje ⁠uma participação ‌de cerca de 20% no grupo após a fusão, ressaltou ⁠que a ⁠companhia é uma exceção à regra no ‌varejo brasileiro.

24/08/26

Imagem: Casas Bahia enfrenta suspensão de demissões pela Justiça e ações de despejo

O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região suspendeu provisoriamente as demissões coletivas realizadas pelo Grupo Casas Bahia na semana passada e restringiu novos cortes sem intermediação de entidades sindicais. No processo, a CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio) afirmou que a empresa fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários entre 13 e 14 de agosto, sem intervenção sindical prévia. A decisão, assinada pela juíza Katarina Mousinho de Matos, determinou que a empresa tem cinco dias a partir da intimação para restabelecer provisoriamente os vínculos jurídicos e econômicos dos trabalhadores atingidos.

20/08/26

Imagem: Em processo de recuperação judicial, Casas Bahia busca R$ 1 bilhão para reestruturar estoques

O Grupo Casas Bahia buscar reforçar o caixa e evitar que a crise financeira afete ainda mais a operação. A varejista iniciou conversas com bancos e fundos de investimento para levantar cerca de R$ 1 bilhão em um novo empréstimo. A prioridade dos recursos é recompor os estoques. A operação em negociação deve seguir o modelo conhecido no mercado como DIP (debtor-in-possession), modalidade de financiamento destinada a empresas que estão em recuperação judicial.

18/08/26

Imagem: Grupo Toky soma prejuízo de R$ 232,7 milhões

O Grupo Toky, holding controladora da Mobly e da Tok&Stok, ampliou o seu prejuízo líquido consolidado para R$ 232,7 milhões no segundo trimestre de 2026, ante o resultado negativo de R$ 88,8 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. O balanço reflete o impacto dos primeiros meses sob recuperação judicial, iniciada em maio. Com quedas de 46,8% no e-commerce e de 23,4% nas lojas físicas, a receita operacional líquida caiu 37,3%, somando R$ 207,1 milhões. A varejista atribui os números ao cenário macroeconômico restritivo e às rupturas no estoque que foram provocadas no período.

17/08/26

Imagem: Marisa tem prejuízo líquido de R$ 68,4 milhões no 2° trimestre do ano

A Marisa registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 68,4 milhões no segundo trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 2,1 milhões do mesmo período do ano passado. Por outro lado, o Ebitda (pré-IFRS 16) da varejista cresceu 89,9% na comparação anual, somando R$ 36,1 milhões. Já a receita líquida consolidada recuou 2,1%, para R$ 386,2 milhões. No conceito mesmas lojas, o faturamento avançou 3,2%, atingindo R$ 379,4 milhões — alta que teria chegado a 5,3% sem os impactos no fluxo causados pela Copa do Mundo, informou a companhia.

17/08/26